A solidão não é sozinha
Vez por outra anda com a paz
A contemplar, chorosa, a beleza
Natural dos mananciais
Mas quando ela se esconde
Nas entranhas do coração de um homem
Vai buscar lá longe, antiga amante
E anda lado a lado coma saudade.
Podemos, então, verificar uma verdade:
Ora é um furtivo e rápido amor
Outras vezes arrasta-se em incontida dor
Chago assim a conclusão banal
Que por símplice corrói o coração meu:
A voz do povo é saberia de Deus
E sociável, o solitário é o que anda nas multidões


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